Competência e Seriedade no Desenvolvimento de Sistemas

Fábrica de Software

O objetivo da Esfera Informática é sempre buscar a melhor solução para o cliente e, neste contexto, criamos nossa Fábrica de Software.

Trata-se de um processo de desenvolvimento em formato fabril, organizado e metodológico para a construção de software com alta qualidade e dentro das expectativas do cliente. Utilizamos ferramentas e tecnologias inovadoras com pessoal altamente especializado dentro dos requisitos de cada etapa da construção.

Cada uma de nossas células de produção é responsável por uma etapa do projeto com foco global na qualidade e produto final. Dessa forma, aumentamos a produtividade e reduzimos custos e riscos de nossos sistemas o que se traduz em altos ganhos ao cliente.

Para a produção em estilo off-shore, a Esfera possui um sistema proprietário desenvolvido internamente que permite o gerenciamento, comunicação e documentação de todos os envolvidos no projeto.

ANÁLISE DE SISTEMAS

A Esfera Informática possui em seu quadro de pessoal, profissionais altamente qualificados em efetuar os levantamentos dos processos transacionais das empresas para interpretar e traduzir as necessidades dos clientes em projetos sistêmicos que envolvam os pré-requisitos de redes de computadores, bancos de dados, softwares básicos e aplicativos de modo a otimizar a comunicação entre os processos e aumentar a qualidade de operação.

A Esfera Informática possui metodologia própria de trabalho para execução da análise e levantamento de pré-requisitos de modo a gerar documentação suficiente para validação e entendimento pelo cliente.

MODELAGEM

A Modelagem é uma etapa importante em um projeto de desenvolvimento de sistemas e que a Esfera Informática prima pela eficiência.

Podemos classificar o ciclo da Modelagem em dois grandes grupos:

1) Modelagem dos Processos de Negócios:

A Modelagem de Processos verifica a forma de como o negócio está funcionando atualmente (as-is) e a maneira como o negócio deve ser executado num processo de melhoria (to-be). Depois disso é que se verificam as funcionalidades dos sistemas.

2) Modelagem de Dados:

Na Modelagem de Dados, representamos nas formas Lógica e Física a estrutura de tabelas, campos, índices, seqüências, triggers, strored procedures, relacionamentos, chaves primárias e estrangeiras, cardinalidades, regras de nulidade, etc. que compõem a base de dados para os sistemas computacionais.

A Esfera Informática utiliza como metodologia para a Modelagem de Dados o padrão IDEF1X

Portais

Os Portais Corporativos têm entre suas características, a funcionalidade de oferecer acesso simplificado às informações e às aplicações, por utilizar o ambiente Web como sua camada de apresentação. Desta forma, a interação com o usuário se torna mais amigável e as informações apresentadas de forma mais simples e compreensível.

Os Portais podem oferecer acesso a um grande número de colaboradores às informações estruturadas (informações armazenadas em sistemas e bases de dados, como por exemplo, datawehouses e sistemas legados), assim como às informações não estruturadas (informações armazenadas em arquivos de texto, planilhas eletrônicas, arquivos de e-mail, dentre outros).

Os métodos de categorização e taxonomia visam organizar as informações, criando informações sobre as informações (metadados) para assim, os mecanismos de busca retornarem as informações que o usuário deseja de forma mais precisa. Em linhas gerais, os Portais Corporativos (como ambiente de integração de informações e sistemas) facilitam a busca por informações nas diversas fontes disponíveis, agiliza a tomada de decisão e pode gerar mais produtividade com a redução no tempo dispendido na procura pelas informações.

Sistemas Online (Web)

Aplicação Web é o termo utilizado para designar, de forma geral, sistemas de informática projetados para utilização através de um navegador, na internet ou em redes privadas (Intranet). Trata-se de um conjunto de programas que é executado em um servidor de HTTP (Web Host). O desenvolvimento da tecnologia web está relacionado, entre outros fatores, à necessidade de simplificar a atualização e manutenção mantendo o a base de dados em um mesmo local, de onde ele é acessado pelos diferentes usuários.

A Esfera Informática também começou a desenvolver softwares que são usados pela Internet e vendidos não em pacotes mas como serviços, pagos mensalmente como uma conta de água.

Para isso, mudamos a forma de fazer softwares e para que tudo funcionasse bem na Internet, foi necessário a união de várias tecnologias (como AJAX) que tornassem a experiência do usuário mais rica, com interfaces rápidas e muito fáceis de usar.

Usamos o princípio da web 2.0 onde os softwares são desenvolvidos de modo que fiquem melhores quanto mais são usados, pois os usuários podem ajudar a torná-lo melhor.

B2B / B2C

A Esfera informática procura evitar, junto a seus clientes, um dos erros mais freqüentes apresentados que é o de pensar que, criando um site e colocando uma base de dados disponível na Internet, já está se praticando o comércio eletrônico.

Faz-se necessário uma reestruturação interna da empresa, que começa pela própria mudança de como se vê os negócios. Modelos de negócios existentes hoje no mercado formal não podem ser simplesmente portados para o mundo eletrônico, pois a forma de negociação é tão dinâmica como a própria Internet.

É preciso entender que, com a comercialização de produtos e serviços, o comprador encontra-se direta e intimamente ligado ao seu fornecedor de bens e serviços.

Questões como segurança, velocidade, suporte aos clientes, disponibilidade do sistema e integrações financeiras são primordiais no sucesso de um sistema de comércio eletrônico e a Esfera Informática possui equipe técnica especializada na implantação desse tipo de solução.

GeoMarketing

O Geomarketing, ou Marketing Geográfico, é uma abordagem ao Marketing que permite a adaptação do Marketing-mix ao modo como o Mercado se organiza no espaço, ou seja, permite a análise das variáveis relevantes para o Marketing através da visualização desses dados em mapas geográficos.

O Geomarketing permite a uma empresa conhecer melhor o seu Mercado, potenciando melhorias no seu desempenho através da adaptação do Marketing-mix a cada segmento de Mercado identificado e delimitado geograficamente e reconhecer quais os locais de maior potencial de consumo de um produto ou serviço.

A análise de informação de Marketing sob a forma de mapas tem como principal vantagem um aumento substancial de eficácia na tomada de decisões de Marketing, dado possibilitar uma análise mais rápida, intuitiva e prática de informação complexa.

Este aumento de eficácia na análise resulta da maior facilidade com que se visualiza o comportamento e relações entre variáveis, já que as actuais ferramentas de Geomarketing permitem trabalhar com várias camadas de informação em simultâneo e agregar espacialmente dados que normalmente estão dispostos em formatos tabulares separados, onde as relações entre variáveis são menos perceptíveis.

Business Intelligence

A Inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve as habilidades das corporações para acessar dados e explorar as informações (normalmente contidas em um Data Warehouse/Data Mart), analisando-as e desenvolvendo percepções e entendimentos a seu respeito, o que as permite incrementar e tornar mais pautada em informações a tomada de decisão.

As organizações tipicamente recolhem informações com a finalidade de avaliar o ambiente empresarial, completando estas informações com pesquisas de marketing, industriais e de mercado, além de análises competitivas. Organizações competitivas acumulam "inteligência" à medida que ganham sustentação na sua vantagem competitiva, podendo considerar tal inteligência como o aspecto central para competir em alguns mercados.

Geralmente, os coletores de BI obtêm as primeiras fontes de informação dentro das suas empresas. Cada fonte ajuda quem tem que decidir a entender como o poderá fazer da forma mais correta possível. As segundas fontes de informações incluem as necessidades do consumidor, processo de decisão do cliente, pressões competitivas, condições industriais relevantes, aspectos econômicos e tecnológicos e tendências culturais. Cada sistema de BI determina uma meta específica, tendo por base o objetivo organizacional ou a visão da empresa, existindo em ambos objetivos, sejam eles de longo ou curto prazo.

Data Mart

Data mart é o sub-conjunto de dados de um Data Warehouse (armazém de dados). Geralmente são dados referentes a um assunto em especial (ex: Vendas, Estoque, Controladoria) ou diferentes níveis de sumarização (ex: Vendas Anual, Vendas Mensal, Vendas 5 anos), que focalizam uma ou mais áreas específicas.

As questões de planejamento, projeto e implementação são as mesmas encontradas em qualquer fase da implementação de um DW, pois uma parte dos especialistas argumenta que o DW é uma evolução natural de um Data mart que começou localizado e cresceu para atender um escopo maior.

Numa visão comparativa dos dados, onde consideramos os quesitos escopo, integração, tempo, agregação, análise e dados voláteis, percebemos que a diferença está no escopo, pois enquanto o DW é feito para atender uma empresa como um todo, o data mart é criado para atender um sub-conjunto da empresa. Repare que atender um sub-conjunto da empresa pode significar reunir dados de outros setores, já que, na prática, raramente um único setor possui ou gera toda informação que precisa.

Data Warehouse

Um data warehouse é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.

O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais (OLTP). São as chamadas séries históricas que possibilitam uma melhor análise de eventos passados, oferecendo suporte às tomadas de decisões presentes e a previsão de eventos futuros. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados estão disponíveis somente para leitura e não podem ser alterados.

A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing OLAP ou Processo Analítico em Tempo Real.

Os data warehouse surgiram como conceito acadêmico na década de 80. Com o amadurecimento dos sistemas de informação empresariais, as necessidades de análise dos dados cresceram paralelamente. Os sistemas OLTP não conseguiam cumprir a tarefa de análise com a simples geração de relatórios. Nesse contexto, a implementação do data warehouse passou a se tornar realidade nas grandes corporações. O mercado de ferramentas de data warehouse, que faz parte do mercado de Business Intelligence, cresceu então, e ferramentas melhores e mais sofisticadas foram desenvolvidas para apoiar a estrutura do data warehouse e sua utilização.

Atualmente, por sua capacidade de sumarizar e analisar grandes volumes de dados,o data warehouse é o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio à decisão das principais soluções de Business Intelligence do mercado.

Dashboards Gerenciais

O termo "Dashboard" é utilizado para indicar um "painel de indicadores", com o por exemplo o painel de indicadores de um automóvel (indicador de velocidade, indicador de rotações do motor, indicador de temperatura do motor, indicador do nível do óleo, etc...). Um painel sob o pára-brisas de um automóvel ou aeronave, contendo indicador mostradores, compartimentos e, às vezes, controlos; originalmente uma proteção contra as condições climáticas.

Em Business Intelligence, dizemos que o Dashboard é uma interface gráfica, sob a forma de um painel, com indicadores escolhidos para permitir o gerenciamento de alguma operação, função ou processo. Temos utilizado o termo "Dashboards Gerenciais" para indicar o painel de indicadores utilizados pelos executivos de uma organização para o gerenciamento da execução da estratégia do negócio.



Tecnologias Utilizadas

Utilizamos tecnologias 100% compatíveis com os mais variados navegadores Web, para que nossas soluções tenham a maior abrangência possível, a determinação das tecnologias aplicadas em cada projeto dependeram de suas características técnicas e especificações.


O ASP.NET (Active Server Pages.NET) é uma tecnologia desenvolvida pela Microsoft para criação de Web Applications (Aplicações Web) e Web Services baseado na plataforma .NET Framework. Além de ser o sucessor do bom e velho ASP, o ASP.NET suporta várias linguagens de programação, diferentemente do ASP que suportava apenas ao JScript e ao VBScript. As linguagens suportadas para o desenvolvimento ASP.NET são: C#, J#, JScript.NET e Visual Basic.NET.


O ASP (Active Server Pages) foi a primeira tecnologia criada pela Microsoft direcionada à Web. Esta tecnologia utiliza as linguagens VBScript (Visual Basic 6 para a Web) e o JScript (O JavaScript da Microsoft) para a criação de páginas dinâmicas na internet. Ainda hoje o ASP é muito utilizado no desenvolvimento de sites, mesmo aqueles que sejam muito complexos.


O Java é uma das linguagens Orientadas à Objetos mais conhecidas e utilizadas no Mundo da programação. Sua versão para a Web e chamada de JSP (Java Server Pages - J2EE (Java 2 Enterprise Edition)) que utiliza de recursos como servlets, applets e JavaBeans para o desenvolvimento de aplicativos WEB. Pode conter toda a sintaxe Java além de Tags especiais como "" que são implementadas junto ao HTML da página.

Metodologias

A Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo. Tem como finalidade captar e analisar as características dos vários métodos disponíveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização. Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa ou um conjunto de regras para ensino de ciencia e arte.

A Esfera Informática utiliza várias metodologias de trabalho, dependendo do escopo e do tipo do projeto a ser realizado.

Além de metodologias de mercado, a Esfera Informática também possui algumas metodologias próprias, elaboradas através de sua experiência e de melhores práticas dos projetos já desenvolvidos.





Extreme Programming (XP)

A muito tempo a indústria de software vem passando por grandes transformações e novos desafios, entre eles desenvolver softwares com qualidade, no menor tempo possível e que atendam as necessidades dos clientes.

Com estes novos desafios a indústria de software passou a dar valor a algumas áreas da informática, como a engenharia de software e qualidade de software, com intuito de atender as exigências do mercado.

A indústria começou a utilizar metodologias de desenvolvimento de software, adotou métricas e padrões para alcançar níveis aceitáveis de qualidade, prever custos e prazos em seus projetos. Porém ainda são poucos os projetos que conseguem obter pleno sucesso em seu desenvolvimento, onde prazo e orçamento estabelecidos e as necessidades do cliente sejam realmente atendidas.

Pesquisa feitas pelo Standish Group International em 1994, um pouco antes da adoção de metodologia de desenvolvimento pelas indústrias, apontam que apenas 16, 2 % dos projetos de software atingiam sucesso (prazo, orçamento e funcionalidades atendidas). Em 2002 esta taxa havia subido para 34 %, ou seja, um aumento de 100 % em 8 anos. Mas estas taxas ainda se encontram muito aquém do esperado pelo mercado.

As metodologias utilizadas nos projetos pesquisados eram as mais variadas, podemos citar modelo em cascata, modelo iterativo e alguns com modelo em prototipação.

Analisando os motivos para a baixa taxa de sucesso dos projetos desenvolvidos com modelos tradicionais, cita-se os principais motivos e bastante comuns entre eles:

. Tempo elevado entre cada fase do projeto, não acompanhando as mudanças de requisitos do projeto;

. Falta de conhecimento por parte do cliente da sua real necessidade, dando margem às especulações dos desenvolvedores;

. Forte linearidade no desenvolvimento do projeto;

. Focando nas fragilidades do modelo tradicional, surgiram metodologias para desenvolvimento ágil de software. Cita-se algumas características destas metodologias:

. Foco nas pessoas, não no processo, evitando especulações dos desenvolvedores;

. Atender as reais necessidades do cliente, na velocidade e praticidade por ele desejada;

. Ausência de linearidade no desenvolvimento do projeto;

. O cliente aprender a suas reais necessidades durante o projeto e repassar esta novas necessidades a equipe de desenvolvimento;

Uma destas metodologias de desenvolvimento ágil é o Extreme Programming (XP) , metodologia que prima a qualidade do software desenvolvido, que atenda as reais necessidades do cliente e seja entregue dentro do prazo definido. Esta metodologia será detalhada a seguir.

XP é uma metodologia para desenvolvimento de software ágil, com qualidade e que atenda as necessidades do cliente. Alguns praticantes definem a XP como a prática e a perseguição da mais clara simplicidade, aplicado ao desenvolvimento de software.

Uma metodologia voltada para projetos cujos requisitos mudem com freqüência, utilizem desenvolvimento orientado a objetos, equipes de até 12 desenvolvedores e desenvolvimento incremental.

A XP Busca o máximo de valor a cada dia de trabalho da equipe para o seu cliente. Em um curto espaço de tempo o cliente terá um produto que possa ser utilizado, podendo aprender com o mesmo e reavaliar se o que foi desenvolvido é realmente o desejado.

A XP é organizada em torno de um conjunto de práticas e valores que atuam perfeitamente para assegurar um alto retorno do investimento efetuado pelo cliente.

A metodologia de desenvolvimento Extreme Programming pode ser considerada extremamente nova, porém vem acompanhando as necessidades humanas dos desenvolvedores pelo mundo.

Gurus da tecnologia da informação vem aprimorando as concepções desta metodologia para atender as necessidades do mercado e principalmente das pessoas.

Um empresa ao utilizar este processo por completo, só estará agregando valor aos seus negócios e melhorando o ambiente de seus colaboradores e clientes, tratando-os como pessoas e parceiros. Está é chave no mundo dos negócios, o bem estar de seus colaboradores e a parceria entre o fornecedor e seus clientes, criando um laço de confiança ou até mesmo um sentimento de amizade.

Entender as necessidades do cliente não é ciência, é arte. Dar incentivo a ela é o mínimo que podemos fazer.


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